quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Perguntas e Respostas: Viajando para a África do Sul, como levar meu dinheiro?


Sempre recebo e-mails e mensagens de pessoas com dúvidas sobre viagens. São perguntas sobre roteiros, atrações, hospedagem, dinheiro, passagens aéreas, etc. Então, resolvi criar uma seção de perguntas e respostas, que postarei aqui no Cruzando Fronteiras sempre que houver alguma pergunta interessante e que eu ache que possa ser útil para os demais leitores. Portanto, se você tiver alguma dúvida ou quiser uma ajuda no planejamento de sua viagem, é só entrar em contato. Se puder, adorarei ajudar! E quem sabe sua pergunta não aparece aqui no Blog. Vamos à pergunta do dia!

Olá! Vou para África do Sul agora em outubro e tenho ainda algumas dúvidas: sou correntista no HSBC. O cartão Visa Electron HSBC é aceito na África do Sul? Alguém já usou por lá? Compensa? É a opção mais barata de todas mesmo? Existe algum limite (valor por dia/semana/mês) para uso do Visa Electron no exterior? Vou levar dinheiro também, um pouco em Rands e talvez um pouco em Dólar Americano ou Euro ou Libra. O que seria melhor para este destino? Aqui no Brasil, existe algum banco ou casa de câmbio em especial que oferece boa taxa de conversão de Reais para Rands? Para ter uma opção a mais, eu adquiri um Visa Travel Money e o carreguei com o valor mínimo em Rands (moeda local). O câmbio na Confidence foi absurdamente caro, um roubo. As únicas vantagens do VTM são a praticidade e a segurança mesmo. Já ouvi dizer que o Traveller Check está em desuso, mas talvez eu use um pouco, por segurança, só para ter mais uma opção. Acho que estou cometendo excessos! Fábio.

Olá, Fábio! Obrigado pela sua visita! Sobre suas perguntas, eu não acho uma boa idéia você levar Rands aqui do Brasil. Por mais que você procure, não vai achar uma casa de câmbio com uma boa cotação. Se for levar algum valor em espécie, leve em dólares. Mas tente não levar um valor muito alto em dinheiro, apenas o necessário para alguma emergência.

Eu prefiro focar a maior parte das minhas despesas no cartão de débito, efetuando saques diretamente da minha conta corrente do Brasil. Com isso, você consegue a moeda local de uma forma mais fácil, prática e até mesmo mais econômica. Assim que você chegar ao aeroporto, procure um caixa automático e saque o máximo valor permitido pela máquina. Assim, você reduz o peso da taxa cobrada pelo seu banco (no meu caso, o Itaú me cobra nove reais por saque, independente do valor sacado). Só não se esqueça de conferir a taxa cobrada pelo seu banco (compare com outros, se você tiver mais de uma conta) e de liberar a função "saques no exterior" do seu cartão. Isso é fundamental para evitar surpresas. Se você tiver mais de um cartão, libere todos eles, assim você fica com um back-up para eventuais surpresas.

Você pode usar o seu cartão de débito para fazer compras, com a vantagem de não pagar taxas. Mas isso só funciona comigo às vezes - tem algumas ocasiões em que não consigo comprar no débito (a operação não é aprovada, não sei o porquê), e acabo tendo que pagar em dinheiro mesmo.

Além dos cartões de débito e de certo montante em dinheiro, eu gosto também de levar um cartão de crédito, para emergências. Apesar de não usá-lo muito (o IOF prejudica bastante), é sempre bom ter alguma opção em mãos apenas para o caso de precisar.

O VTM também é uma alternativa, mas a taxa de emissão cobrada pelos bancos ou casas de câmbio, e as taxas nem sempre tão atrativas, prejudicam um pouco. Mas pode servir também como uma opção de back-up. Eu, pessoalmente, não tenho usado essa modalidade, mas já usei em uma viagem que fiz uns anos atrás e ocorreu tudo bem.

Cheques de viagem realmente estão entrando em desuso. E não acho que valha a pena levá-los. Se for apenas pela segurança, é mais fácil usar o cartão de débito mesmo ou o VTM.

Sobre esse assunto, não deixe de ler esse post. Pode ser bastante útil! Abraços, Luiz.

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