domingo, 30 de setembro de 2012

Festival do Rio 2012: para viajar (de novo) sem sair da cidade


O ano de 2012 passou voando e já estamos no final de setembro. Isso significa que está começando uma nova edição do muito aguardado Festival do Rio de cinema. De 27 de setembro a 11 de outubro, o Festival é uma excelente oportunidade para nós, cariocas (e brasileiros) apaixonados por viagens e por cinema, nos permitindo viajar sem sair da cadeira do cinema.

Com uma incrível variedade de filmes, a mostra exibe algumas obras de culturas distantes, que dificilmente encontrariam espaço no concorrido circuito de cinema da cidade. São filmes latinos, africanos, asiáticos e também europeus, que mostram um outro lado do cinema que nem sempre temos oportunidade de assistir.

Nessa última sexta feira, o primeiro dia de exibições abertas ao público, saí um pouco mais cedo do trabalho e pude aproveitar duas sessões.  A segunda delas, que começou às 19h30 no Centro Cultural da Justiça Federal, merece um destaque especial.

É o documentário O Mundo Diante Dela (The World Before Her, no original), dirigido pela indiana Nisha Pajuha. O filme inicia em Mumbai, onde vinte jovens concorrem ao título de Miss Índia. Para elas, vencer o concurso representa não apenas fama e dinheiro, mas alcançar a liberdade numa sociedade patriarcal conservadora. Em outra parte do país, num campo de treinamento da Durga Vahini, ala feminina de um grupo fundamentalista hindu, meninas aprendem a manusear armas e cantar slogans de ódio contra muçulmanos e cristãos. Paradoxalmente, os dois grupos de jovens sofrem com a manipulação e o machismo da sociedade. Esse excelente obra traça um retrato fiel e sincero das tensões de um complexo país em transição.

Para aqueles que puderem, vale a pena conferir esse filme no Festival. Ele será exibido novamente nessa segunda feira, dia 01 de outubro, no Estação SESC Botafogo. Mas quem não puder assistir a essa obra, não deixe de conferir outros grandes filmes em exibição no Festival. Eu com certeza não vou perder!


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Vai viajar em Novembro? Veja para onde ir e para onde não ir


No sul da Europa, ainda é possível aproveitar bons dias de sol. Na Ásia, vale a pena desfrutar do clima mais ameno da agitada Hong Kong. Na África, é uma boa época para se fazer um safári de camelo ou então desfrutar das maravilhas históricas do Cairo. E na América, você pode optar pelas praias do sul da Flórida, de Los Angeles ou mesmo do Havaí.

O mês de novembro oferece muitas opções para quem dispõe de tempo para viajar pelo mundo! Então, confira aqui para onde ir e para onde não ir em novembro!

1 – Cairo

Poucos locais concentram tantas atrações e tanta história quando a milenar cidade do Cairo. No mês de novembro, a temperatura já cedeu um pouco (ficando, na média, em 26 graus centígrados), mas a multidão de turistas que lotam o país ainda não chegou. Aproveite para conhecer as incríveis pirâmides, a misteriosa esfinge e muitas outras atrações, como a cidadela histórica e os mercados populares.


2 – Grande Barreira de Corais, Austrália

A beleza e a vastidão da Grande Barreira de Corais fizeram com que esta permanecesse muito bem colocada na lista dos principais destinos turísticos do mundo. A cidade de Cairns é a melhor base para se reservar um tour e mergulhar em um dos melhores locais do mundo para essa prática. E a ausência de chuvas, combinada com a temperatura agradável, faz do mês de novembro um dos melhores para se testemunhar essa maravilha do mundo natural.



3 – Úmbria, Itália

As oliveiras são parte fundamental da cultura italiana. E ajudar os fazendeiros da região de Úmbria a colher seus frutos é uma maneira excelente de se inserir nesta que é uma das regiões mais belas e mais produtivas da Itália. E, após um dia exaustivo, saboreie os frutos do seu trabalho, com uma cozinha da mais alta qualidade.






4 – Hong Kong

O final do outono é a melhor época do ano para conhecer essa cidade repleta de atrativos, já que calor e a umidade do verão já vão ter passado. Incrivelmente segura e muito organizada, Hong Kong pode ser um destino muito agradável. Só é preciso ir com calma e se acostumar com a multidão e o agito dessa metrópole, que pode deixar o viajante um pouco confuso nos primeiros momentos.


5 – Flórida

Passado o risco dos furacões, a região da Flórida renasce com a chegada dos turistas. Aproveite um passeio pela região dos Everglades ou então relaxe nas belas praias de região.









Por outro lado, é melhor deixar para depois uma visita a essas regiões:

1 – América Central

Grande parte dessa região ainda vai estar sofrendo os efeitos das fortes chuvas. Para não arriscar, vale a pena esperar até dezembro ou janeiro, quando a chance de encontrar um clima bom e ensolarado aumenta muito.

2 – África Ocidental

Os ventos quentes e secos provenientes do Saara castigam essa região no mês de novembro (e permanecem até fevereiro), trazendo muita poeira e areia. Deixe acabar esse incômodo fenômeno e vá conhecer essa exótica região em outra época do ano.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Perguntas e Respostas: Trocando dólares no Vietnã.

Sempre recebo e-mails e mensagens de pessoas com dúvidas sobre viagens. São perguntas sobre roteiros, atrações, hospedagem, dinheiro, passagens aéreas, etc. Então, resolvi criar uma seção de perguntas e respostas, que postarei aqui no Cruzando Fronteiras sempre que houver alguma pergunta interessante e que eu ache que possa ser útil para os demais leitores. Portanto, se você tiver alguma dúvida ou quiser uma ajuda no planejamento de sua viagem, é só entrar em contato. Se puder, adorarei ajudar! E quem sabe sua pergunta não aparece aqui no Blog. Vamos à pergunta do dia!

Olá Luiz, tudo bem? Minha pergunta é a seguinte: lá No Vietnã as despesas (hotel, condução, etc..) podem ser pagos em dólar? Ou tem de trocar o dinheiro? Se tiver, você poderia indicar o melhor lugar em Ho Chi Minh? E sabe como é o câmbio por lá? Muito obrigado e abraços! Elcio.

Olá Elcio, tudo bem? No Vietnã, não é muito comum pagar as despesas em dólares, principalmente coisas pequenas, como ônibus, restaurantes, entradas em museus, etc. Acho que pode sim ser possível pagar os hotéis diretamente em dólares, mas isso vai depender do local onde você estiver hospedado. De qualquer forma, é sempre melhor você utilizar a moeda local no dia a dia, reservando os dólares para despesas maiores, ou eventuais emergências. O mesmo vale para a Tailândia. No Camboja, ao contrário, o dólar substitui a moeda local, e pode ser usado para qualquer compra do dia-a-dia.

Durante a minha viagem, eu não levei dólares e, portanto, não fiz câmbio. Ao invés disso, eu utilizei sempre o meu cartão de débito para fazer saques nos caixas automáticos, retirando o dinheiro diretamente da minha conta corrente no Brasil. Com o cartão, eu podia usar qualquer caixa (e existem muitos, muitos espalhados por lá) e sacar diretamente em moeda local, o que era prático, fácil e seguro. Assim, não tive que me preocupar em achar um local com uma taxa boa e que fosse seguro.

O único problema é que cada caixa automático possui um limite diferente de saque. Ou seja, cada caixa te permite sacar até um certo montante de cada vez. E você, para economizar as tarifas bancárias (já que o Itaú me cobra nove reais por saque), deve procurar um caixa que te permita sacar o máximo de uma só vez. Mas, como os caixas são abundantes, não é muito complicado testar o seu cartão em dois ou três caixas antes de decidir pela melhor opção.

Leia mais sobre como usar o seu cartão de débito no exterior nesse link.

Mas se você preferir levar dinheiro em espécie, tente fazer o câmbio no hotel onde você está hospedado, que é uma opção mais segura. Mas não deixe de conferir a taxa cobrada e comparar com alguns outros lugares (outros hotéis, agências de viagens, etc.) e optar pela mais barata, principalmente se a diferença for considerável.


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Cruzando Fronteiras na mídia: Suazilândia, o pequeno desconhecido africano


Foi publicada hoje pela manhã no site Mochila Brasil, parte do portal UOL, uma excelente reportagem assinada pela jornalista Claudia Severo de Almeida. A reportagem fala sobre a África do Sul, o Krugger e a Suazilândia, tendo como base as informações obtidas aqui no Cruzando Fronteiras, e as minhas experiências relatadas no blog e também no site Mochileiros.com.

Além das minhas impressões sobre esses países, a reportagem também traz dicas sobre safáris no Kruger (que foram publicadas originalmente neste post) e também algumas fotos da minha viagem,  como essa ao lado, que mereceu destaque na reportagem.

A publicação ficou muito boa, e vale a pena dar uma conferida, através desse link. Além disso, o site Mochila Brasil é muito bom, e passei boas horas lendo os diversos textos publicados por lá.

É o Cruzando Fronteiras cruzando as fronteiras da blogosfera! Ah, e se você leu a reportagem e curtiu, não deixe de recomendar, compartilhar no Facebook e contar aos amigos!



domingo, 23 de setembro de 2012

Frase da Semana


“Qualquer livro de viagens revela mais sobre o viajante do que sobre o país visitado”

                                               Paul Theroux, escritor e viajante norte-americano


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Dica de leitura: Nas Fronteiras Celestiais, de Stanley Stewart


Enquanto leio as páginas finais do clássico de Paul Theroux, Viajando de Trem Através da China (que recomendei neste post), já tenho em mãos o próximo livro da fila: Nas Fronteiras Celestiais (Frontiers of Heaven, no original), do escritor inglês Stanley Stewart.

Trata-se de outro elogiado livro de viagens, que também tem a China como cenário.  Publicado em 1996, a obra foi premiada com o prêmio Thomas Cook Travel Book Award daquele ano, prêmio que o mesmo autor viria a ganhar novamente em 2001, com a obra No Império de Genghis Khan (que também comprei e será a minha leitura seguinte!).

Para os chineses, a grande muralha da China define uma barreira psicológica. As jornadas chinesas para o oeste, seguindo a antiga rota da seda e para além da grande muralha, sempre foram viagens para o desconhecido. Seguindo esse histórico trajeto, o autor cruza grande parte do continente asiático, de Shanghai até a Índia.

Apesar de não ser um livro muito fácil de achar nas livrarias ou sebos, eu consegui comprar uma cópia em bom estado pelo site Estante Virtual, que é uma excelente opção para quem procura livros usados difíceis de conseguir.  Vale a pena procurar, porque parece ser um livro muito bom! E assim que concluir minha leitura, é claro que volto aqui para dar a minha opinião.



terça-feira, 11 de setembro de 2012

Enquete: como você leva o seu dinheiro em suas viagens?


Chegou ao fim mais uma enquete do Cruzando Fronteiras! E, com 80 votos computados ao longo das últimas semanas, as atrações turísticas que mais encantam os viajantes são as Pirâmides do Egito, com 31% dos votos. Em segundo lugar ficou a magia de Machu Picchu, com 25%. Completando o pódio, temos o romantismo e a beleza do Taj Mahal, com 17% do total.

Os outros colocados foram: Petra, na Jordânia (7%), o Coliseu de Roma (7%), a Muralha da China (5%), a Torre Eiffel (3%) e Angkor Wat (2%). As ruínas de Chichen Itza, no sul do México e a mesquita de Hagia Sophia, em Istambul, não foram votadas.

E temos agora uma nova enquete no ar! Como você costuma levar o seu dinheiro, durante suas viagens? Leva tudo em dólares ou euros? Compra a moeda local aqui no Brasil? Saca nos caixas automáticos utilizando seu cartão de débito? Ou prefere usar os cartões pré-pagos, como o Visa Travel Money? Responda à nossa enquete e nos ajude a entender como os viajantes estão planejando suas aventuras! Ah, você pode marcar mais de uma opção, hein! Não deixe de votar!


domingo, 9 de setembro de 2012

Relato de Viagem, Suazilândia: Um pobre e pequeno reino no coração da África do Sul


Ao cruzar a simples e rústica fronteira que divide a África do Sul e a Suazilândia, não tinha muita expectativa do que iria encontrar por lá. Havia partido pela manhã da cidade de Santa Lucia, na costa do Oceano Índico, e seguia para o norte, em direção ao Kruger. Minha visita à Suazilândia seria rápida, cruzando o país de norte a sul em pouco mais de algumas horas na estrada. A travessia era de apenas 200 km, mas como ingressei no país um pouco tarde, seria necessário pernoitar em algum local próximo à capital administrativa, Mbabane, antes de retornar à África do Sul e ingressar no Parque Nacional do Kruger.

A Suazilândia é um país muito pequeno, sem acesso ao mar, e praticamente incrustado dentro da vizinha África do Sul, com a qual faz fronteira ao sul, norte e oeste. Tendo conseguido sua independência da Inglaterra em 1968, o país se manteve, desde então, bastante dependente economicamente da sua vizinha. O Rand sul-africano é aceito como moeda local, apesar da existência de uma moeda suázi, chamada Lilangeni.

O processo burocrático na fronteira foi rápido e bastante tranquilo. Com a autorização prévia da locadora, não tive problemas com o meu carro, e não é necessário visto de turismo para cidadãos brasileiros. Apresentei os documentos do veículo, juntamente com o passaporte, paguei uma taxa e logo segui viagem.

As estradas da Suazilândia estão em boas condições (surpreendentemente), e a sinalização é adequada, apesar de um pouco escassa. Não havia muitos carros naquele início de tarde, e pude seguir rumo ao norte, apreciando a paisagem rural e dirigindo despreocupadamente. A paisagem era verde e a vegetação rasteira. Pequenos morros e colinas cobriam o horizonte, pontilhados por pequenas cabanas redondas, com suas paredes de barro e telhados de palha. Algumas montanhas ao fundo e um céu azul, parcialmente nublado, compunham um belo cenário de verão africano.

Apesar de ser um país pequeno, a Suazilândia não é densamente habitada. Cruzando de norte a sul seu território, não observei grandes aglomerados urbanos, e mesmo a capital é uma cidade muito pequena, sem edifícios altos ou tráfego congestionado. Na maior parte do tempo, dirigia por estradas vazias e margeava tribos e vilarejos, sempre caracterizados pelas construções típicas e pela pequena agricultura de subsistência.

Ao longo do trajeto, era possível ler, em inglês e em suázi, alguns cartazes com slogans e frases relacionadas à AIDS e sua prevenção. A população da Suazilândia é bastante pobre, com 60% dos seus habitantes vivendo com menos de US$ 1,25 por dia. Além disso, a AIDS é uma ameaça séria ao país, com uma taxa de infecção de 26% nos adultos e de mais de 50% nos jovens de 20 a 30 anos. O resultado é uma expectativa de vida de menos de 40 anos, uma das menos do mundo. Um dos cartazes na beira da estrada dizia: “Dizer não para o sexo com um homem mais velho não significa que você seja desrespeitosa”.

Crianças, sozinhas ou em grupo, caminhavam lentamente na beira da estrada, em direção à escola. Mulheres carregando bebês nas costas, presos em seus panos coloridos, percorriam longas distâncias.

Já estava me aproximando na capital, quando surgiu ao longo da estrada um policial, fardado, sinalizando para que parasse. Um pouco surpreso e assustado, obedeci. Em um inglês quase ininteligível, o guarda rodoviário solicitou meus documentos e passaporte. Entreguei os papéis e, após uma rápida conferida, ele prosseguiu afirmando que eu havia ultrapassado o limite de velocidade. Certo de que não havia cometido essa infração, tentei argumentar, mas o policial não quis conversa e levantou a voz, afirmando que tinha detectado a minha velocidade em um radar. Desisti de argumentar e ele seguiu no seu discurso, afirmando que teria que me multar. Assustado, perguntei o valor. Ele me respondeu com um valor equivalente a cinco dólares. Um pouco aliviado, solicitei um tíquete para pagamento, ele disse que eu deveria pagar o montante na hora, entregando o dinheiro para o seu companheiro, que aguardava em uma barraca à beira do acostamento. Evidentemente, pensei em questionar o procedimento, mas na hora preferi ficar calado. Saí do carro e me dirigi à tenda improvisada, onde outros motoristas já aguardavam. Paguei o valor solicitado e ganhei um recibo, escrito à mão em um pedaço de papel. Foi o meu primeiro e único contato com a polícia local.

Mais alguns minutos e cheguei à cidade de Mbabane. A capital administrativa, e maior cidade do país, possui apenas 95 mil habitantes, e pouco a oferecer aos turistas.  Meu plano era apenas achar um lugar limpo para passar a noite e um bom restaurante para jantar, após um longo dia na estrada. Seguindo a orientação do meu guia Lonely Planet, resolvi dirigir mais um pouco até uma região próxima à capital chamada Ezulwini Valley, o coração do turismo no país e a sede da monarquia local. Lá, encontrei um albergue despojado, mas simpático, chamado Lidwala Backpacker Lodge, onde fiquei em uma tenda de safári (já me preparando para a acomodação no Kruger).

Após uma rápida passada num supermercado próximo e um bom jantar em um restaurante ao lado, estava pronto para descansar. Afinal, no dia seguinte voltaria à estrada, cruzando novamente a fronteira e entrando no Kruger, onde passaria a próxima noite.

No dia seguinte, partimos bem cedo e logo estávamos na fronteira sul-africana. Após uma rápida checagem de documentos, ainda no território suazi, encontramos uma grande loja de artesanatos e outras lembranças desse pequeno país africano. Foi a única vez que encontramos outros turistas durante esse curto tempo que permanecemos na Suazilândia. Um grupo de artistas fazia um espetáculo de danças típicas para turistas de um grande ônibus de excursão. Demos uma rápida vasculhada nas ofertas e partimos sem comprar nada. Não perdemos tempo, pois o Parque Nacional do Kruger nos esperava e a ansiedade era grande.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Foto da Semana - Tanzânia

Hipopótamos bocejam e se refrescam na Tanzânia.



Para mais fotos como essa, acesse o site da National Geographic


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Visto para Suazilândia: é preciso?


Atenção! Segue uma dica importante para todos aqueles que pretendem dar uma passadinha pela Suazilândia, durante um passeio pela África do Sul (o que é uma excelente idéia e bastante recomendado).

É muito comum encontrar informações na internet afirmando que há necessidade de visto de turismo para a Suazilândia (inclusive no próprio site do Wikitravel, que não costuma cometer erros dessa natureza). Mas isso não é verdade! No site oficial de turismo do país está escrito que brasileiros não precisam de visto, exatamente como ocorre ao entrar na África do Sul. Cidadãos portugueses, por outro lado, necessitam de visto, mas o documento pode ser obtido na fronteira, no momento da entrada no país, o que também é bastante simples.

Mas lembre-se que é fundamental levar o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela, além de um passaporte com validade de três meses após a data de entrada. Ainda, quem planeja visitar o país em um carro alugado, deve informar no momento do aluguel, para que a companhia forneça os documentos necessários para a entrada do automóvel na Suazilândia.


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

The Man in Seat Sixty-One - tudo o que você precisa saber para planejar uma viagem de trem


Um dos sites mais úteis e um dos que eu mais utilizo nas minhas pesquisas e planejamentos é o The Man in Seat Sixty-One, mais conhecido simplesmente como Seat 61 (www.seat61.com). Nele, você vai encontrar informações completas e atualizadas sobre viagens de trem nas mais diversas partes do mundo – da Albânia ao Vietnã, do Uzbequistão ao Canadá.

Criado pelo inglês Mark Smith em 2001, o site vem acumulando informações desde então, se tornando atualmente a maior enciclopédia do mundo no que se refere a viagens ferroviárias. O seu criador é um amante dos trens, de longa data, e se esforça ao máximo para ajudar os demais viajantes – novatos e experientes. O resultado é um website imperdível e uma fonte de informações confiável e precisa (além de muito, muito detalhada).



Não deixe de visitar! Pode ser crucial na sua próxima aventura!